Publicado em 23 mar 2026 • por João Prestes •
A ministra do Meio Ambiente e Mudanças do Clima, Marina Silva, acompanhou o governador Eduardo Riedel, o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck e o secretário adjunto Artur Falcette, em visita à Casa do Pantanal, construção erguida dentro do Parque das Nações Indígenas e que está abrigando eventos paralelos da COP15 (Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres). A Casa do Pantanal foi adaptada para a Conferência e passou a comportar um auditório, duas salas menores para reuniões, o Cine Pantanal que projeta vídeos educativos e uma sala de exposições de artes ligadas ao Meio Ambiente.
A comitiva com a ministra, governador e secretários chegou ao Parque das Nações Indígenas logo após o meio dia dessa segunda-feira. Acompanharam autoridades ligadas ao Ibama (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis), técnicos e especialistas. Eles percorreram todos os espaços, enquanto recebiam informações sobre as atividades que ocorrerão no local.
O governador Eduardo Riedel informou a ministra que, após a Conferência, a Casa do Pantanal será transformada em um Centro Estadual de Educação Ambiental, em que serão desenvolvidas diversas atividades educativas e informativas voltadas à população em geral. A ministra elogiou a iniciativa, ponderando que o espaço e a localização são favoráveis.
A Casa do Pantanal começou a ser construída em 2005 e foi concluída em 2006, em área cedida pelo governo do Estado no Parque das Nações Indígenas, logo abaixo do Aquário do Pantanal. São mais de 1 mil metros de área construída, com espaço interno descoberto.
A obra, na época, teve investimentos superiores a R$ 600 mil oriundos do Programa Turismo Brasil, do Ministério do Turismo e contou com contrapartida financeira da Fundação Manoel de Barros, ligada a uma universidade particular, que acabou devolvendo o imóvel ao Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) em 2015.










Texto: João Prestes
Fotos: Mairinco de Pauda